«Não deixará as noventa e nove nos montes para ir procurar a que anda tresmalhada?»

Santa Faustina Kowalska (1905-1938)religiosa
Diário (Fátima, Marianos da Imaculada Conceição, 2003) § 1589

Não sei, Senhor, a hora escolhida;
Fico pois sempre atenta e a velar
Como a vossa esposa preferida,
Que vosso gosto é vir sem se notar,
De longe, Vos sentirá o coração purificado.

Senhor, espero-Vos em paz e quietude
Com grande saudade em meu coração,
Com sede de invencível beatitude.
Do meu amor convosco, a mutação,
Qual chama ao Céu, no fim da vida, elevada,
E, então, em todos meus desejos realizada.

Vinde depressa, meu Senhor dulcíssimo,
E transportai meu coração sedento
Para junto de Vós, ao Céu altíssimo,
Onde a vossa eterna vida tem assento.

Que a vida na Terra é contínua agonia,
E meu coração p’ras alturas foi criado,
Com os plainos da vida, nada se importaria.
A pátria é o Céu, eis o que hei bem firmado.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *